
“Produtos lácteos e vegetais são claramente rotulados por fator de nutrição, para que as pessoas saibam quais são os nutrientes e as substância oferecidas”, diz o diretor senior de comunicações externas da Danone North America.
A recente queda na demanda por leite tem tirado cada vez mais pecuaristas do mercado. Fazendeiros têm se pronunciado sobre a inutilidade da indústria leiteira frente à diminuição da procura pelo produto, e muitas outras têm se atualizado e atendido a vontade do povo, produzindo leites de origem vegetal.
O problema é que, nas últimas semanas, uma discussão fervorosa tomou conta de muitas empresas alimentícias ligadas ao setor de laticínios. O comissário da Food and Drug Administration (FDA), Scott Gottlieb, apoiou a proposta de restringir itens rotulados como “leite” àqueles que são produzidos pelas secreções lácteas de mamíferos, afirmando que “uma amêndoa não amamenta” durante uma discussão ao vivo.
A multinacional Danone, conhecida por vender exatamente estes produtos lácteos de origem animal, adotou uma postura favorecendo o termo “leite”, se posicionando contrário aos pecuaristas no debate em andamento sobre procedimentos de rotulagem nos Estados Unidos.
Produtos lácteos e vegetais são claramente rotulados por fator de nutrição, para que as pessoas saibam quais são os nutrientes e as substância oferecidas e dessa maneira possam escolher as que melhor atendem às suas necessidades e preferências alimentares.
Fonte: GuiaLat
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