
Pesquisadores e produtores estão comprovando a campo os benefícios do uso de ozônio na pecuária leiteira. A tecnologia já está presente em outros países há muito tempo e foi apresentada aos brasileiros.
Os produtores que passaram pelo evento tiveram a oportunidade de conhecer um pequeno aparelho que transforma oxigênio em ozônio, prometendo higienizar os equipamentos utilizados na atividade leiteira com eficiência e economia.
Produtores utilizavam cloro na limpeza, quando foram apresentados ao ozônio, que é mais forte que o cloro e não prejudica os locais aplicados. O ozônio foi usado no processo as qualidades foram bem claras, pois houve melhora no leite sem tanta química no produto.
O gás natural é bactericida, fungicida e viricida. É muito importante se evitar produtos químicos, que podem contaminar o solo, coisa que não ocorre com ozônio.
Quando esses sanitizantes chegam à lagoa ou a estação, acabam estragando o esterco, porque o material fica muito tóxico com o produto de limpeza e perde o valor. O ozônio é muito mais poderoso do que o cloro e além de mais rápido, não deixando resíduos pois ele se transforma novamente em oxigênio.
Especialistas ainda explicam que, além da redução do custo, que pode chegar a 90%, o produtor pode alcançar mais qualidade nos produtos. Colocando o ozônio na câmara fria da equipe que produz queijo, ela não terá problemas com fungo e a qualidade do queijo melhora.
Atualmente, o uso do ozônio está permitido por meio de uma instrução normativa da agricultura, mas somente para produtos orgânicos. Em países da Europa e nos Estados Unidos, o ozônio já é amplamente utilizado por agricultores.
Fonte: GuiaLat
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