
A obesidade é uma doença crônica que vem crescendo significativamente. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, uma em cada cinco pessoas está acima do peso. Um dos riscos que a obesidade traz é o de desenvolver diabetes mellitus tipo 2 (DM2).
De acordo com Marcela Tardioli consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães e Bolos Industrializados (Abimapi), isso acontece porque a obesidade gera um processo inflamatório que ativa reações que, por sua vez, podem inibir a ação da insulina.
Porém, nem todo o obeso é portador de DM2 e também existem outros fatores que promovem essa enfermidade, como a alimentação inadequada e o sedentarismo. A seguir, a nutricionista desvenda algumas dúvidas comuns sobre a alimentação dos portadores de DM2:
Alguns alimentos controlam os níveis de glicose no sangue, auxiliando o tratamento do diabetes.
VERDADE. Quando um alimento tem o índice glicêmico baixo, ele retarda a absorção da glicose pelo sangue e, portanto estabiliza a doença. Alimentos integrais como pães, macarrão e biscoitos, portanto, ajudam a amenizar os sintomas da doença. Mas, quando o índice é alto, esta absorção é rápida e acelera o aumento das taxas de glicose.
Não pode comer carboidrato.
MITO. A Sociedade Brasileira de Diabetes recomenda que o tratamento seja associado não só a uma alimentação saudável, como também equilibrada. Isso inclui todos os nutrientes, incluindo carboidratos, proteínas e lipídeos. Considerando a regulação do açúcar no sangue, é necessário evitar o consumo de açúcares simples e aumentar o teor de fibras na dieta.
Não existe uma recomendação para o consumo de carboidratos
MITO. Como a diabetes tipo 2 pode apresentar diversos estágios, é necessário que o paciente faça acompanhamento com um profissional para entender exatamente o quanto de carboidrato precisa. Mas no geral, a recomendação é entre 45 a 60% da quantidade de calorias diárias.
É importante praticar atividade física.
VERDADE. A atividade física regular tem efeitos benéficos como a melhora da capacidade cardiorrespiratória, da composição corporal (diminuição de massa gorda e aumento de massa magra), da massa óssea e da sensibilidade à insulina, além de promoção do bem-estar psicossocial.
Fonte: ABIMAPI
Pingback: Conheça a relação entre alimentos ultraprocessados e a mortalidade | Blog +Bio
Pingback: Conheça a relação entre alimentos ultraprocessados e a mortalidade — Blog +Bio – Agro Mecanica Tatui
Pingback: Relação da alimentação e a saúde dos olhos | Blog +Bio
Pingback: Alimentos que curam: entenda mais sobre o assunto | Blog +Bio
Pingback: Como incluir o cromo na sua dieta de forma saudável | Blog +Bio
Pingback: As nozes ajudam mesmo na perda de peso? | Blog +Bio
Pingback: Estudo foca na carne processada e o que ela causa à saúde | Blog +Bio
Pingback: Sorvete probiótico à base de leite de cabra | Blog +Bio
Pingback: Treinar com o estômago vazio queima o dobro de gordura | Blog +Bio