
Diversos líderes da indústria de lácteos se reuniram na Conferência Anual da ADPI/ABI em Chicago para discutir as perspectivas e desafios para a indústria de lácteos dos EUA, incluindo a crescente presença de alternativas lácteas à base de plantas.
“Se você pensa na palavra ‘leite’ como uma marca, a nossa marca foi ‘roubada’, o que realmente transmite o fato de que se trata de um poderoso produto cheio de nutrientes”, diz a co-presidente e CEO da Associated Milk Producers Inc., Sheryl Meshke.
A participação de mercado de produtos lácteos alternativos de origem vegetal é de aproximadamente 10% do tamanho do mercado de leite, com US$ 1,9 bilhão em vendas em 2015, em comparação com US$ 17,8 bilhões de vendas geradas pelos lácteos fluidos, de acordo com a Mintel. No entanto, não é que os consumidores estão especificamente rejeitando o leite de vaca e seus derivados, a verdadeira questão reside na falta de inovação da indústria de lácteos nos últimos anos, com exceção do iogurte grego, disse McCloskey.
O consumidor não está realmente procurando leite de origem vegetal, o consumidor está procurando algum valor agregado, mas não são inovados e nem promovidos e protegidos os benefícios para a saúde e o valor nutricional do leite.
A maneira de reagir contra o crescimento das alternativas de leite à base de plantas é tornar o leite fluido uma parte relevante do dia do consumidor como era antes. A maneira de recuperar essa relevância do consumidor é com marcas compartilhando mensagens transparentes e compartilhando conhecimento sobre o valor nutricional do leite dentro das marcas.
Para conseguir isso, financiar de forma suficiente os benefícios para a saúde e o valor
nutricional do leite é a única forma de competir contra as ONGs “muito bem financiadas” de produtos vegetais.
Fonte: GuiaLat
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