
Uma pesquisa realizada pela Mintel, mostra que 48% dos consumidores de snacks que trabalham fora ou estudam concordaram que costumam consumir lanchinhos ou snacks quando estão trabalhando ou estudando.
Destes consumidores, 28% dos que trabalham período integral e 26% dos que trabalham meio período declararam estar consumindo mais lanchinhos ou snacks hoje, em comparação a 12 meses atrás (em comparação a 17% dos consumidores que não trabalham). Ou seja, os consumidores que trabalham fora tendem a comer mais snacks e seu consumo vem aumentando ao longo dos 12 meses anteriores à pesquisa.
Dos consumidores de snacks de 16 a 34 anos, 36% concordaram que comer lanchinhos ou snacks é uma boa maneira de controlar a fome para não comer muito durante as refeições principais, em comparação a 29% dos consumidores de snacks acima de 35 anos.
Já 48% dos consumidores da mesma faixa etária mostraram interesse em alimentos fortificados com benefícios nutricionais, em comparação a 39% dos de 35 anos ou mais. Se os snacks são uma boa forma de não comer demais na hora das refeições, é importante que eles também tenham valor nutricional e ajudem a manter a saciedade para que o consumidor não sinta muita fome nas ocasiões do café da manhã, almoço e jantar.
Os homens consumidores de snacks são os mais interessados em snacks de carne (25% em comparação a 14% das mulheres). Segundo o relatório, 41% dos homens dizem ter interesse em produtos que dão mais energia (em comparação a 35% das mulheres), e 40% deles têm interesse em produtos que ajudam a melhorar meu desempenho mental (ex. no colégio/trabalho), (em comparação a 27% das mulheres) – indicando oportunidade de se explorar snacks de carne com estes benefícios.
Fonte: Mintel
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