
Segundo o Relatório Mintel, 52% dos consumidores de sorvete tomam o produto “como uma sobremesa depois do almoço ou jantar”. Porém é possível aumentar as ocasiões de consumo do sorvete por meio de variantes com sabores “salgados”, estimulando o seu uso em receitas como sopas frias e saladas.
A categoria de sorvetes pode se espelhar no segmento de geleias, que, a cada ano, vem aumento o seu percentual de lançamentos de produtos que não são à base de frutas, usando ervas, legumes e verduras. Dessa forma criam-se novos uso para a geleia, que acaba sendo utilizada também para receitas salgadas, como por exemplo, para temperar ou acompanhar carnes.
No Brasil é possível encontrar muitas geleias que não são à base de frutas, como geleia de hortelã (que normalmente é utilizada para acompanhar carne de cordeiro) e geleia de pimenta (usada em receitas doces e salgadas). Em outros países, como EUA, Polônia, Irã, Espanha, entre outros, vemos que a variedade de ingredientes para a preparação de geleias é maior, como a geleia de cenoura da Mardin. As geleias de cebola e de tomate são de marcas próprias de supermercado (Carrefour e Dia, respectivamente), mostrando que este tipo de geleia já não é um produto de nicho nestes países.
Em se tratando de sorvetes, a categoria ainda possui poucos lançamentos de produtos com ingredientes como legumes e temperos, mas no Japão, a Häagen-Dazs lançou o sorvete de tomate cereja. No México, a Fromely lançou o sorvete de limão e pimenta, variedade que poderia ser combinada também com receitas salgadas, por exemplo.
Fonte: Mintel
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