
Uma das discussões mais antigas em ralação a dietas de emagrecimento refere-se a proporção de carboidratos, proteínas e gorduras que se deve consumir. Ainda que o mais importante seja o numero de calorias consumidas versus energia gasta, essa equação pode ser resolvida mais rapidamente e com menos sofrimento com a restrição de determinados grupos de alimentos.
Para muito especialistas, como o endocrinologista Amélio Godoy Matos, a chamada dieta low-carb tem-se mostrado mais eficaz para a perda e manutenção do peso. Esses planos alimentares teriam uma composição de 40% de carboidratos, 30% de proteínas e 30% de gorduras (a maioria mono ou poli-insaturadas).
Segundo ele, isso acontece porque muitos carboidratos geram uma espécie de vicio: quanto mais se come, mais se quer comer. Um cardápio com um pouco mais de gordura boas e proteínas, portanto, teria mais saciedade. Matos explica que toda dieta deve ser individualizada. Pacientes com impulso de comer à noite podem ser beneficiados com boas quantidades de carboidratos durante o dia, por exemplo.
E as dietas compostas por, no máximo, 20% de carboidratos e cheias de efeitos colaterais, podem ser recomendadas em casos graves, em que o indivíduo precisa perder preso rápido. As preferências de cada um também devem ser respeitadas. Quando se restringe algo que a pessoa goste e tem o hábito de consumir, o paciente pode desenvolver uma compulsão. Mais importante do que determinar um horário para ingestão deste ou daquele nutriente é seguir um cardápio equilibrado, que incluía de tudo um pouco.
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Fonte: Viva Saúde
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